Artigos

 

Biomassa: 2016 será um ano muito promissor para o sorgo

Ricardo Blandy

Data: 28/01/2016

Por: Redação TN 

A escassez de recursos hídricos que tem afetado o País nos últimos anos fez com que repensássemos nossa matriz energética e o próprio consumo. A exemplo de outros países mais desenvolvidos, o Brasil voltou os olhos para alternativas sustentáveis na produção de energia. A energia produzida por meio de biomassa é uma das boas alternativas de energia limpa e vem ganhando mais espaço no mercado, principalmente no setor de usinas e indústrias que conseguem reaproveitar subprodutos de sua produção original. O sorgo se destaca entre os diferentes tipos de matérias-primas que podem ser usadas na produção energética com biomassa. Qualquer empresa que produza energia por meio de queima de biomassa em suas caldeiras pode utilizar o sorgo, que não necessita de nenhuma tecnologia específica para seu cultivo. 

Previsão do tempo para 2040

José Marengo

Data: 04/01/2016

Por: Redação TN / Observatório do Clima 

Vida de meteorologista tem lances inusitados. Uma vez, quando trabalhava no CPTEC (Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos do Inpe) me ligou uma noiva querendo saber se choveria no dia 23 de setembro, pois tinha sua festa de casamento planejada para aquela data. Detalhe: ela ligou no dia 18 de março. Obviamente não da para saber se vai chover daqui a seis meses – a previsão do tempo é feita com até sete dias de antecedência. Mesmo que a tecnologia tenha melhorado, como melhorou, e que a confiança das pessoas na previsão do tempo seja maior hoje do que no passado, as incertezas aumentam quanto mais se tentar enxergar adiante, devido à natureza essencialmente caótica dos fenômenos meteorológicos. Mesmo que seja possível prever o tempo para as próximas seis horas e para a próxima estação do ano, o acerto será maior numa previsão para hoje pela noite que para fevereiro 2016.

Sete maneiras de mudar o mundo sem sair de casa

Lala Deheinzelin

Data: 29/12/2015

Por: Lala Deheinzelin*, Redação TN 

Sabe por que sou uma futurista otimista? Por que não temo, mas celebro a transição que vivemos? Por que ela é como uma onda, nos força a sair de jeitos de pensar e fazer que não servem mais. E surfando esta onda chegamos em coisas que podem nos fazer mais felizes. E mudar o mundo. Sou “comista”, portanto lá vão alguns “Comos” que podem ser boa prancha para você, surfista da Transição.

Planeta egotado

Marcus Eduardo de Oliveira

Data: 26/11/2015

Por: Redação TN 

Com um padrão de consumo avassalador, “alimentado” pela voracidade consumista de 20% da população mundial (1,4 bilhão de pessoas) residente nas sociedades mais abastadas, o Planeta Terra apresenta sinais de completo esgotamento, não suportando os atuais níveis de produção e consumo expansivos. Não por acaso, 10% da terra fértil do planeta já se transformou em deserto. Por ano, são perdidos 7 milhões de hectares. Simplesmente, 60% dos principais serviços ecossistêmicos estão deteriorados.

Em energia limpa o Brasil brilha na Expo-Milão 2015

Leonardo Boff

Data: 29/10/2015

Por: Redação TN

Desde 1851 se fazem exposições internacionais sobre agricultura e alimentação com o propósito de demonstrar os avanços tecnológicos na área. Mas com a crise mundial do aquecimento global, com a escassez de água doce e com os mais de 800 milhões de famintos no mundo, a atual exposição realizada em Milão de 1º de maio a 31 de outubro mudou de foco com o título Alimentar o planeta – Energia para a vida. Num imenso espaço com pavilhões diferenciados e tecnologicamente inovadores estavam presentes 145 países.

O setor elétrico brasileiro e suas incertezas

Renato Queiroz

Data: 22/10/2015

Por: Redação TN / Infopetro 

No setor elétrico brasileiro a distinção entre crises no passado e no presente é apenas uma ilusão teimosamente persistente. A geração de energia elétrica no Brasil foi estruturada com base em usinas hidroelétricas, aproveitando a situação privilegiada do país com grandes rios de planalto, abastecidos por abundantes chuvas tropicais. Hoje, a matriz de capacidade instalada de energia elétrica é bem mais diversificada, mas tem, ainda, a fonte hidráulica participando com mais de 65%.

Reservatórios de energia: estocagem de ar comprimido não é novidade

Mehane Albuquerque

Data: 13/10/2015

Por: Redação TN 

O armazenamento de energia é um dos grandes desafios tecnológicos dos novos tempos. Em 2007, notícias sobre um novo empreendimento nos Estados Unidos, o Iowa Storage Energy Park, relatavam que um consórcio de empresas havia se formado com o propósito de pesquisar a possibilidade de estocar 'vento em rochas'. Em outras palavras, usar a energia extra gerada à noite por cataventos eólicos para alimentar grandes compressores que, por sua vez, enviariam ar comprimido através de um túnel, para um reservatório subterrâneo: uma camada porosa de arenito a cerca de 1.000 metros de profundidade. Nos momentos de pico, o ar comprimido seria redirecionado à superfície, gerando eletricidade e ajudando a suprir a demanda maior naquele período. Em 2011, depois de pesquisas geológicas e do investimento de US$ 8 milhões, dos US$ 400 milhões previstos para a execução do empreendimento, os técnicos constataram que a ideia era inviável no local estudado, próximo a Des Moines, no Iowa.

No ritmo atual, uma montanha de lixo irá nos soterrar

Reinaldo Canto

Data: 23/09/2015

Por: Redação TN / Diálogos do Sul

Diferente da nossa economia, que apresenta desaceleração, o que não para de crescer é a capacidade nacional de gerar cada dia mais lixo. Foi o que concluiu a nova pesquisa divulgada pela Abrelpe – Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais.

Há riquezas que são de todos: os bens comuns

Ladislau Dowbor

Data: 24/08/2015

Por: Redação TN  

Todos sabemos, bem ou mal, administrar os nosso bens privados, a nossa casa, eventualmente a nossa empresa, além das nossas poupanças. Sabemos administrar também, de maneira razoável, os bens claramente de responsabilidade do Estado, ou públicos no sentido estrito, como as ruas: os parques, os hospitais ou escolas públicas. Em ambos casos ocorrem deslizes mais ou menos graves, mas no conjunto são esferas onde sabemos quem é responsável.

Os muitos lixos na nossa vida

Washington Novaes

Data: 03/08/2015

Por: Redação TN / O Estado de S. Paulo 

É muito bem-vinda a notícia (28/7) de que o Brasil acaba de adotar um projeto comum com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Unep, na sigla em inglês) e o Global Environment Facility (GEF) para pesquisar o ciclo do mercúrio e a capacitação do País em gerenciar os riscos desse tipo de substância metálica. Pode ser um passo muito importante para o controle/eliminação desse tipo de lixo tóxico no País – e talvez abra caminho para outros resíduos tóxicos. 



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