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Museu do Amanhã abre exposição nova para o público a partir desta sexta, dia 12 de abril

Data: 10/04/2019 11:58

Por Redação/ Assessoria

parte de uma pergunta: como alimentar 10 bilhões de pessoas, o número estimado da população mundial na década de 2050, com diversidade na produção, respeito ao meio ambiente e qualidade nutricional? A mostra fica em cartaz por pelo menos seis meses, no horário de funcionamento do museu, de terça a domingo, das 10h às 17h.

Com 650 m² e uma narrativa linear, a exposição conta com interativos (como projetor touch e alguns jogos), videomappings, telas de LED, backlight e cenografia. Entre as atrações de destaque estão a “Geladeira Sincerona”, que analisa o valor nutricional dos alimentos, e o jogo “CSI: Comida Sob Investigação”, que permite verificar se utilizaram agrotóxicos ou outras substâncias nocivas à saúde no produto.

A exposição é dividida em cinco grandes áreas: “Cultura do comer”, que vai mostrar como nossos hábitos de alimentação estão se globalizando, gerando perda de agrobiodiversidade; “Novas fronteiras agrícolas”, que destaca locais alternativos que já produzem alimentos mas que terão de intensificar essa produção, como tundra, oceanos e desertos; “Tecnologias”, sobre técnicas para aprimorar a genética e os nutrientes dos alimentos e sua maior resiliência às mudanças climáticas; “Saúde e sociedade”, que aborda a qualidade das dietas globais, a importância de se aproveitar os alimentos integralmente e as alternativas no consumo de proteínas, como insetos, fungos e algas; e, por fim, “Comida para o amanhã”, onde  o visitante se torna o protagonista para resolver alguns desafios na alimentação de um planeta superpopuloso.

Para os curadores, a ideia de “PRATODOMUNDO” não é apresentar ao visitante uma única resposta ou alternativa individual que solucione crises futuras, mas incentivar o visitante a problematizar as possibilidades apresentadas e analisar as opções para uma produção e distribuição mais justas e sustentáveis. “Desta forma, o visitante poderá refletir para tentar responder à seguinte questão: Como conseguiremos combinar acesso aos alimentos, qualidade nutricional e sustentabilidade para alimentar 10 bilhões de pessoas?”, avalia Leonardo Menezes, curador da exposição e gerente de Conteúdo do Museu do Amanhã.

 

O Museu do Amanhã é uma instituição cultural da Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro, sob gestão do Instituto de Desenvolvimento e Gestão (IDG).

Sobre o Museu do Amanhã
O Museu do Amanhã é um museu de ciências aplicadas que explora as oportunidades e os desafios que a humanidade terá de enfrentar nas próximas décadas a partir das perspectivas da sustentabilidade e da convivência. Inaugurado em dezembro de 2015 pela Prefeitura do Rio de Janeiro, o Museu do Amanhã é um equipamento cultural da Secretaria Municipal de Cultura da Prefeitura do Rio de Janeiro, sob gestão do Instituto de Desenvolvimento e Gestão (IDG). Exemplo bem-sucedido de parceria entre o poder público e a iniciativa privada, o Museu do Amanhã já recebeu mais de 3,2 milhões de visitantes desde a inauguração. Com patrocínio máster do Banco Santander e uma ampla rede de patrocinadores que inclui empresas como Shell, IBM, IRB-Brasil RE, Engie, Grupo Globo, Instituto CCR e Intel, o museu foi originalmente concebido pela Fundação Roberto Marinho.
O IDG – Instituto de Desenvolvimento e Gestão é uma organização sem fins lucrativos especializada em gerir centros culturais públicos e programas ambientais e também atua em consultorias para empresas privadas e na execução ou desenvolvimento de projetos culturais e ambientais. Responde atualmente pela gestão do Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, Paço do Frevo, em Recife, como gestor operacional do Fundo da Mata Atlântica e como realizador das ações de conservação e consolidação do sítio arqueológico do Cais do Valongo, na região portuária do Rio de Janeiro. Saiba mais em www.idg.org.br

 

Sobre o Museu do Amanhã e os ODS da ONU

Em 2015, a Organização das Nações Unidas (ONU) criou a Agenda 2030 com 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), que devem ser implementados por todos os países do mundo até 2030. Tendo como pilares a sustentabilidade e a convivência, o Museu do Amanhã está comprometido com a realização desta agenda, que prevê erradicar a pobreza e a fome; proteger o planeta da degradação por meio do consumo e da produção sustentáveis; assegurar vida próspera e realização pessoal das pessoas através do progresso econômico, social e tecnológico, em harmonia com a natureza; e promover a paz. Para saber mais sobre cada ODS, acesse o site da ONU: https://nacoesunidas.org/pos2015/agenda2030/.





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